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FORA
(11) 97109-8954
Ler as notícias diariamente e se conectar com o que está acontecendo no mundo nos parece cada vez mais angustiante - estamos vivendo um colapso ambiental, político e econômico, desigualdades gritantes, injustiças de várias ordens e uma iminente sensação de caos. Junto à isso, há uma negação enraizada e uma falsa ideia de estabilidade. Sentir impotência ou estar sob uma passividade nos implica a viver no modo automático e com a eterna sensação de que falta algo. Estamos normalizando cada vez mais o absurdo do mundo externo, para não precisarmos entrar em contato com o que nos dói ou nos gera desconforto. Só que negar a dor do mundo é também desviar o olhar de nossas próprias dores individuais. E é justamente entrando em contato com elas que encontramos os recursos para lidar e acordar pra vida de diversas formas.
Dói, mas transforma. As mensagens que vêm de fora normalmente reforçam a ideia de que tarefas individuais já servem para conquistar um lugar no grupo das pessoas “do bem”: medite, coma saudável, faça yoga, expresse gratidão, ouça podcasts, não use canudo de plástico, ame os animais, recicle o seu lixo... Mas, sem perceber o coletivo e nossas responsabilidades diante de situações de privilégio, o autoconhecimento se mostra incompleto, superficial, e um tanto individualista. Esse projeto tem a vontade de gerar um olhar para dentro real e afetuoso, mas também de abordar assuntos delicados para criar uma nova perspectiva regenerativa e de participação, transformando “o que eu tenho a ver com isso?” em “como posso começar a contribuir de alguma maneira com uma transformação?”.
© 2020 CLIMA
AUTOCONHECIMENTO + CONSCIÊNCIA CRÍTICA
Encontros
ETAPA
1
Eu versus mundo
No primeiro encontro vamos tentar entender o que está acontecendo e como chegamos até aqui, entrando em contato com como nos sentimos e relacionamos com o que está ao nosso redor. Vamos investigar as nossas histórias de vida, prestando atenção aos caminhos que individualmente trilhamos, mas também olhando pra fora. Compartilharemos as maneiras que temos para lidar com temas difíceis - privilégios, branquitude, culpa e vergonha e demais ansiedades com o fim do mundo (que conhecemos).
ETAPA
2
Habilidades desejos
No segundo encontro iremos mapear habilidades e vontades particulares para ligar com a pergunta - como podemos estar mais conectados com o que faz sentido pra nós e para o mundo? Vamos refletir sobre o significado do trabalho, as implicações de nossas ações cotidianas e exercitar a nossa capacidade de imaginação de mundos desejáveis, além de praticar novas formas de conexão com o outro sob essas lentes.
ETAPA
3
Furando a bolha
Aqui iremos receber outras narrativas que impactam a forma com a qual entendemos a realidade, percebendo nossas limitações diante do que não conhecemos mas julgamos saber. Entenderemos como potências já existentes de transformação são muitas vezes invisibilizadas. Perspectiva é um fator essencial para interpretar e julgar as nossas próprias experiências.
ETAPA
4
Eu corpo
Sairemos da tão valorizada racionalidade para entender como o nosso corpo nos envia recados sutis sobre nós e o nosso entorno o tempo todo, acessando emoções e sentimentos para conectar com o que conversa internamente com cada um.
ETAPA
5
Eu versus outro
Vamos vivenciar algumas experiências que nos mostrem através da prática, conceitos que são bonitos na teoria mas pouco exercidos na vida cotidiana por falta de espaço para serem explorados: colaboração, estar à serviço, ação com um viés crítico ativo. Queremos descobrir aqui quais habilidades e vontades individuais podem se relacionar com o todo.
ETAPA
6
Corpo futuro
Vamos nos conectar com vulnerabilidades através da escuta do corpo unida ao desejo de mudança - o que precisa ser transformado dentro da gente para que possamos nos relacionar de forma mais genuína? E o que o nosso corpo tem a ver com essa história?
ETAPA
7
E agora?
Na última etapa vamos olhar para o futuro juntando as peças e vendo os caminhos possíveis a seguir para cada um, acessando os desejos e possibilidades explorados nos 6 outros encontros para pensar em trajetórias individuais que estejam de acordo com as narrativas que queremos criar e colocar em prática.
Facilitadores
ANA
CAROLINA
MARTINS
Empreendedora social, Diretora Executiva da A Visionária Lab, laboratório de conteúdo e conhecimento a partir da diversidade. Por meio de sua trajetória como mulher negra, nascida no Capão Redondo, idealizou e dirigiu o documentário Visionários da Quebrada.
TALY
SZWARCFITER
Psicóloga e educadora, foi responsável pela criação da Rede Ubuntu. Nos últimos anos vem se aprofundando na temática do corpo, entendendo que a racionalidade que nos trouxe até aqui não dá mais conta das complexidades que estamos enfrentando.
TONY
MARLON
Formado em jornalismo, pesquisa como a comunicação impulsiona movimentos de transformação nos discursos, espaços e relações. Participou das construções do Núcleo de Comunicação Maré Alta (2008), Escola de Notícias (2013) e Historiorama (2018). Integra a Rede Jornalistas das Periferias e programas de empreendedorismo social e é colunista UOL Ecoa.
Nataly
Simon
Criou o Rabbit Hole (hoje CLIMA) paralelamente ao trabalho de coordenação de cursos na Perestroika e se dedica à facilitação de processos através de vivências experimentais. Tem formações acadêmicas da área de comunicação e educação e está envolvida em projetos que abordam novos modelos de aprendizagem.
Próxima Edição
LOCAL
São Paulo
RUA FIDALGA, 66 VILA MADALENA
Horários

QUARTA-FEIRA
DAS 19H ÀS 23H

QUINTA E SEXTA-FEIRA
DAS 19H30 ÀS 23H

SÁBADO E DOMINGO
DAS 10H ÀS 19H
MAPA
R$ 2.400
à vista através de transferência bancária.
OU
R$ 2.600
em até 6x no cartão.
Inspirações
SEPARAMOS ALGUMAS REFERÊNCIAS QUE GUIAM A NOSSA PERCEPÇÃO SOBRE
os TEMAS QUE PAUTAM o CLIMA FORA
o perigo de uma história única
é sempre sobre pessoas
sobre o privilegio branco
dominic barter
pensando o impossível
paulo freire
Entendendo a diferença entre as 3 vivências, que podem ser cursadas de forma independente ou complementar:
Quais habilidades eu tenho que posso colocar à serviço de algo maior?

Como me conhecer mais e entender minha posição no meio das complexidades?

Como sair da sensação de impotência para me sentir conectado com o todo?

Como entender privilégios e ter uma perspectiva crítica com o entorno?
Quais são as minhas habilidades?

Quais novos caminhos e possibilidades eu posso seguir?

Como posso me conectar com o meu trabalho e com as pessoas no geral?

Como entender quais expectativas e vontades são minhas de verdade?
Como eu posso estar mais presente na vida?

Como posso me conectar melhor com minhas emoções e sentimentos?

Como meu corpo me conecta com os meus desejos e desenvolve a sensibilidade?

Como encontrar recursos para colocar as coisas em prática e me movimentar?